Em breve teremos as quintas um podcast que está sendo preparado com muito carinho e trabalho. Espero que vocês gostem muito dele e que ele possa ajudar a caminhada de todos que acompanham esse blog.
Aproveitando a deixa, gostaria de pedir sugestões de temas para as pautas do programa. De preferência temas que devem ser falados e que são omitidos em nossas igrejas.
Que Deus abençoe a todos!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Eevee, eu escolho você!
Desde
criança adoro desenhos. Alguns dos meus favoritos são os animes. Uma das séries
que mais assisti (e joguei) é Pokémon. Aí você pensa: tá e o que isso tem a ver
com a proposta do blog? Bom, já ficará
claro. Puxando um pouco do texto anterior, paro e penso num ponto bem simples:
quando pecamos, surge um sentimento em nós. Mas que sentimento é esse? E o que
fazemos com ele?
Gosto
de pensar que o sentimento ou sensação humana referente a um erro seja o
remorso. É a nossa ciência do erro. Mas depois que isso surge ocorre a ação de
um ser externo. O Espírito Santo ou o
“didi”. É meio estúpida a minha
analogia, mas isso me lembra do Eevee. Ele era um pokémon básico que evoluía
uma vez, mas podia evoluir para três diferentes pokemons: Vaporeon, Jolteon e
Flareon através da ação de pedras dos elementos.
Acontece
algo semelhante com nosso sentimento. Lá está ele no nosso coração e então vem
a ação externa e pronto, ele evolui. Mas pra onde? Se o Espirito age nele, o
remorso se torna arrependimento e com ele, buscamos a Deus e a correção de
nosso erro; mas de a ação for do “didi”, o remorso vira culpa e aí meu amigo,
estamos acabados, pois quando a culpa nos domina buscamos apenas nos
autoflagelar, nos escondermos dos outros, a ter vergonha de estar diante de
Deus etc.
A
grande diferença entre a culpa e o arrependimento é um só: o arrependimento nos
leva a Deus, já a culpa nos afasta Dele e em consequência dos outros também.
Portanto, ao errar, busque o arrependimento e o perdão de Deus sempre.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Capturas
Agora às segundas sempre teremos publicação de alguma imagem. E para começar teremos o JV2012, culto da fogueira.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Dois Pontos: A Pancada
Tendo
com base a história citada no outro texto, parei e pensei comigo outro ponto
estranho dessa vida de acampamentos, retiros etc. Quantas não são as vezes que
logo após nossa chegada, nos pegamos fazendo besteira? Não sei quanto a vocês,
mas comigo parece até que é de propósito, chego num momento lindo com Deus e
parece que fecharam uma porta na minha cara, porque peco. Às vezes fico com a
impressão de que não valeu de nada tudo que vivi, aprendi, experimentei nos
momentos de comunhão que tive.
Mas
paro e vejo os discípulos, eles tiveram talvez a maior experiência possível com
Jesus, não só naquele monte, mas no dia a dia e parece que não mudavam. A cada
pagina que viramos dos evangelhos vemos JC repetindo a mesma lição a eles sobre
o reino, falando a mesma coisa sobre seu destino, mostrando o mesmo amor e eles
continuando com a cabeça e o coração de pedra. Eu quando criança pensava assim:
como esses caras são cabeçudos!!! Não se tocaram ainda?!
Só
que hoje eu cresci. E tem uma coisa que mudou no meu discurso. Hoje o que digo
é o seguinte: como esses caras são cabeçudos!!! Não se tocaram ainda?! E pior
sou eu, que mesmo tendo esse exemplo no papel faço igual!!!
Em
um lugar como o monte da transfiguração, ou num acampamento, ou um retiro ou o
que for, nós abrimos nossos olhos, ouvidos, dedicamos nosso tempo, nos
desligamos do mundo externo, então, chegamos em casa e pronto, tudo o que
deixamos pra trás cai como uma avalanche sobre nós. Vendo que não conseguimos
suportar, muitas vezes nos desanimamos e ficamos frustrados. Aí que mora o
problema.
Nós
somos humanos e como tal, temos uma natureza pecaminosa. Por mais que você
busque não errar, uma hora você irá fazê-lo. Não se frustre ou se culpe por
causa disso, pois com isso, você abre espaço para a ação do inimigo.
Arrependa-se, pois isso sim é bom e te traz para perto de Deus. Entenda que um
extasse de fé e comunhão não fará você um “santo”, mas deixe Deus transformar
você aos poucos e no tempo Dele.
Terminando
volto aos discípulos. Eles durante todo o tempo que andaram com Jesus parece
que não aprenderam e nem mudaram nada, mas quando descer do monte, não se sinta
mal pela pancada do pecado, mas siga firme junto ao Pai.
Dois Pontos: Descer do Morro
Depois
de passar quase um mês em um acampamento, algo me bate forte no peito: um
grande desejo de não estar aqui, no mundo real. É triste quando penso em como
estava lá e que agora estou aqui novamente.
Esse
sentimento me lembra de um episódio narrado na bíblia, situado em x, essa é a
narrativa da transfiguração de Jesus. Sinto como se a temporada tivesse sido
esse momento na minha vida. Estava lá, junto ao mestre, em comunhão com santos,
deslumbrando a glória. Entendo perfeitamente o que eles queriam dizer com a sua
ideia de armar tendas e ficarem lá pelo resto de suas vidas. Sem dúvida estar assim com o Pai, num lugar
onde separamos para isso é fantástico.
Mas JC
lança “uma real” monstruosa pros seus discípulos e digo que para mim também
quando diz um não. Estar com Deus e com os “irmão” é maravilhoso, mas não foi
pra isso que fomos criados. Jesus não morreu naquela cruz para fundarmos uma
“vila-do-Chaves”, onde todos vivem juntos, isolados do mundo enquanto a
promiscuidade e o pecado germinam e se espalham nos corações do ser humano.
Ainda
não consegui voltar totalmente para o mundo, para minha rotina, para a igreja
local, mas sei que é preciso, pois é aqui que Deus me pôs agora para servir; lá
sou usado e necessário, mas é uma parte apenas da obra, afinal acontece a cada
seis meses apenas.
Descer
do monte é frustrante, triste, desanimador, sem dúvida nenhuma, afinal,
estávamos num “nirvana” da fé, tranquilos e vamos parar no meio de uma guerra.
Mas por mais triste que seja, é na guerra que devemos estar. Deus nos chamou
para agir. Tem um texto onde JC fala que não quer que o Pai nos tire do mundo,
mas que nos livre do mal. Acho que isso já diz tudo não?
Bom,
está sendo complicado voltar ao mundo, mas por pior que seja, abandone a zona
de conforto, saia da inercia de um acampamento e vamos para a obra, assim como
Jesus que desceu do monte para ir parar na cruz.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Sorvete na Geladeira
Agora a pouco tive uma experiência meio cômica, pelo menos
para mim. Fui pegar uma água pro meu pai a geladeira e reparo num pote estranho
lá dentro. Olhei melhor para o pote e percebi seu conteúdo: sorvete. Na hora
achei hilário. Quem foi o “gênio” que fez essa proeza de por o sorvete lá?
Mas
parei e pensei um pouco mais sobre isso. Porque razão o sorvete estava na
geladeira? Não um erro tão grosseiro como deixa-lo em cima da pia, mas ele não
estava no lugar certo mesmo assim. Quantas vezes isso não acontece conosco?
Colocamos os sorvetes nos lugares gelados, mas não no freezer.
Isso
acontece principalmente no que diz respeito a Deus. Ele ocupa um lugar na nossa
vida, mas às vezes como um amuleto, como só um amigo imaginário, como uma
esperança. Mas é difícil deixa-Lo assumir o lugar de Senhor e Soberano nela.
Dizemos que Ele reina em nós, mas na
hora de deixarmos que Ele tome a frente, não confiamos e agimos por conta
própria. Mas às vezes também colocamos verduras no freezer não? Quando o
trabalho está acima da família, as coisas antes das pessoas, a religião no
lugar do amor.
Uma coisa aprendi com a vida:
arrumar as coisas é fácil, difícil é mantê-las em ordem. Isso não só no que diz
respeito a lugares e objetos, mas a valores, ideias, prioridades etc. Ainda
mais quando buscamos fazer essas coisas por nós mesmos. Tem um programa que
passa na TV fechada que é de uma mulher que vai às casas de pessoas que pedem
ajuda. Lá ela arruma os cômodos que os participantes não conseguem e dá dicas
de como mantê-los assim e para o espectador poder arrumar o seu.
Não
busque viver sozinho tentando fazer as coisas por si. Há pessoas para ajuda-lo,
mas nunca se esqueça do principal que é deixar Deus ocupar o centro de sua
vida, onde é seu lugar, pois com Ele no comando é muito mais fácil agir da
maneira certa e por as coisas em seu devido lugar.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
JV novamente
Durante
a temporada de verão JV 2012 tive várias ideias de textos para postar. Muitos
momentos do tipo: cadê meu note? Mas muitos deles se perderam devido a ter que
ir para outra atividade e perder o feeling do momento, já outros, acabei
travando na primeira linha.
Mas
este aqui não deu pra deixar passar, pois foi uma experiência forte demais pra
ignorar. Mesmo que perca todo o momento de cânticos e o começo da pregação.
Mesmo que precise virar a noite escrevendo, vou fazê-lo.
Durante
a maior parte da minha vida cresci em igreja, sentindo-me o tal e coisas do
gênero, pois sempre levava a bíblia, era dos que mais sabiam nas aulas da EBD
(escola bíblica dominical), não falava palavrão entre outras coisas. Achava que
minhas atitudes “certinhas” me faziam destacar do “resto” das crianças. E
cresci me enganando ao achar que sendo assim estava sendo um cristão genuíno.
Já que esse blog acabou tendo como foco um público cristão, posso dizer que era
um filho mais velho da parábola do filho pródigo. Mas o pior é que era tão
cegado pela minha religiosidade que tinha até raiva do filho mais velho, por
acha-lo um tolo.
Na
adolescência as coisas não mudaram muito, apesar de eu entender mais sobre o
que é a fé, pois a religiosidade continuava a me macular. Julgava de uma
maneira severa os meus amigos, achava que era o exemplar, o verdadeiro crente.
Mas chegando ao período de 15-18 anos, tive aquela que classifico como pior
fase da minha vida cristã, porque me desviei de Deus sem me segregar da Igreja.
Neste
período da vida, passei de uma fase de busca por visões distintas do que é fé,
Deus e amor, para um período de fé morna, vazio espiritual, falta de vida
devocional, falta de amor ao próximo, isolamento pessoal entre tantas outras
coisas nocivas. Essa fase deixou marcas que até hoje tento curar e que talvez
algumas nunca cicatrizem.
Estou
no período da juventude e posso dizer que esse período tem sido a minha busca
pelo avivamento da minha fé e do meu amor para com Deus. Mas apesar desse
resumo sobre minha vida, esse não é o foco do texto. Mas é algo que tem
acontecido comigo aqui na temporada. Agradeço muito a Deus por Ele ter posto o
JV na minha vida, pois esse lugar é um lugar onde tenho, a cada temporada que
passo, aprendido mais sobre o Pai e sido trabalhado pelo mesmo. Mas nessa
temporada em especial, a benção do Senhor tem um nome, que é Chorão.
Talvez
você ao ter lido o final do parágrafo acima possa ter achado isso meio
estranho, mas antes que pense besteira, deixo claro que esse cara é um amigo
que Deus colocou no meu caminho pra me ensinar. Posso dizer que não é pra mim o
cara que me passa um modelo de ideologia perfeita, pois nossas ideias em vários
pontos são “beeeem” divergentes. Só que tem uma coisa nesse rapaz que me
fascina e me chama muito a atenção (sem ser gay, antes que você pense nisso): o
amor desse cara por Deus e por sua palavra.
No
primeiro dia da temporada, estava eu conversando com meus acampantes sobre
alguns assuntos, quando ele chegou ao quarto. Pedi que nos desse sua opinião e
sem hesitar, chorão mesmo fugindo do tema em que estávamos a dialogar, deu um
testemunho que pela primeira vez na vida me fez agradecer a Deus por ter
nascido num lar cristão; que me abriu os olhos para como julgava coisas vãs nas
pessoas sem nem conhece-las; como a palavra de Deus é realmente viva; como o
pai resgata e transforma os seus escolhidos.
Ainda
hoje pela manhã, teríamos o minigrupo, que já tinha sido um momento muito
bacana nos dois dias anteriores, sendo que ontem juntamos nossos quartos e foi
muito produtivo. Mas hoje ele pediu a palavra e acabou com a proposta original
e começou a mostrar tantas coisas que passavam despercebidas ou que nós às
vezes até percebíamos, mas que nos calávamos para elas. Então tivemos um clamor
por nossas vidas, pelo JV, pelos nossos líderes, pelos nossos colegas etc.
Na
hora, após acabar o momento, enquanto os outros se abraçavam, fiquei sentado na
minha cama pensando que eu não era um cristão de verdade, mas hoje agora a
pouco cheguei a um termo que acho que soou melhor para mim. Pelo conceito que
existe de cristão, eu o sou, mas não tenho tanta certeza se sou um discípulo de
Cristo. Talvez esse seja o grande de nossas igrejas. Temos muitos que confessam
Cristo, mas pouquíssimos que o vivem. Peço a Deus que Ele me faça realmente um
discípulo pleno d’Ele e que muitos outros sejam levantados para glória do Pai.
Esse
texto foi escrito na temporada apesar de estar sendo postado só agora, por isso
tem datas tão irreais para a publicação.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
A Dificuldade de ser Cristão
Hoje
tive uma experiência que me fez parar e pensar um pouco. Estava voltando do meu
estágio, quando vi um cara com o carro parado, triangulo armado e pisca alerta ligado.
Não pensei duas vezes, ofereci ajuda ao homem. Você que está lendo deve estar
pensando: e daí? O que realmente me fez pensar, não foi a situação em si, mas
eu.
Creio
que eu não sou o único, mas no diz respeito à vida cristã, inverto aquela
famosa frase: quer ser a diferença, comece em casa. Fico muito triste comigo
mesmo quando estou num acampamento, num trabalho da igreja, ou por aí e sou
extremamente disposto e prestativo enquanto em casa, reclamo e enrolo pra lavar
uma louça.
Não
entendo o que faz com que seja tão difícil ser crente no meu espaço. Como é difícil
então quando estou só! Ouço tanto nas programações sobre ser sal e luz diante
dos outros, mas particularmente isso é simples. O complicado é quando tenho que
enfrentar a mim mesmo. Enfrentar outros é fácil, mas quando enfrentamos nossas
próprias fraquezas, nossos medos, nossas falhas, aí sim, tendemos ao solo.
Talvez
devamos para de pensar tanto nos outros e buscarmos ser, pois então poderemos
realmente brilhar diante de Deus e dos homens. Porque o que vale mais? Estar
bem diante de Deus ou dos homens?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Igreja e Preconceito I
Uma reportagem
feita pelo CQC me inspirou a escrever esse texto. Meio curiosa essa fonte não?
Bom, vamos ao que interessa. Esse é um tema que já abordei em outros textos com
outras temáticas, onde este estava imerso no universo da ocasião, como no texto
em que cito a igreja americana do período do apartheid.
A igreja deste
período era uma igreja carregada de preconceitos e disto ninguém tem dúvida,
nem diz o contrário. Mas tem uma frase bem clichê, que diz que um povo que não
conhece sua história, tende a repetir os erros do passado. Parece que não se
adapta aos cristãos. Pois conhecem esse fato vergonhoso da história, mesmo ela
não ocorrendo em todo o mundo, mas parece que não aprenderam nada com ele.
Não estou
dizendo que o racismo impera nas igrejas, apesar de existir. Quero me ater mais
ao Brasil mesmo. Na entrevista, alguns dos entrevistados classificavam uma
pessoa de um local especifico como sendo isso ou aquilo. E a maioria dos que
classificavam as pessoas sequer tinha uma explicação para seu julgamento e nem
sabiam o porquê de o terem feito.
A igreja que
viveu o apartheid, passou por um momento cultural de seu país que influenciava o
seu modo de pensar e agir. Na visão deles as coisas eram como eram, estavam
como tinham que estar. Era difícil para aquela sociedade enxergar que o
pensamento em que viviam era baseado numa mentira.
Então você me
pergunta: tá, e cadê a ligação entre essas informações e a nossa igreja? Eis
aqui a minha resposta: nós fazemos a mesma coisa. Quantas coisas da nossa
cultura nós temos interiorizadas e não questionamos?
Muitas vezes
temos certas ideias que nos fazem julgar os outros e descrimina-los, seja sobre
pecados, etnia, opiniões teológicas, denominação, sexo, altura, idade etc.
Nossa cultura tem seus dogmas sociais que são aceitos muito facilmente pela
sociedade, mas e daí? O que isso tem a ver com a igreja?
É fato que
para os brasileiros é muito difícil olhar para alguém da favela e não sentir
receio, ver um argentino e não ter raiva, um paulista achar que o nordestino é
pedreiro, sendo o baiano folgado entre outras coisas. Achamos que todos na África
morrem de fome, que todo árabe é barbudo e fanático. Esses são exemplos de
opiniões que muitas vezes, querendo ou não, estão dentro das nossas cabeças. Mas
e aí?
Bom, em breve
seguiremos com esse tema, pois o texto já está bem grande.
domingo, 16 de outubro de 2011
Meras Repetições
Dessa
vez não venho falar sobre crianças, vou mudar a inspiração, mas de certa forma
elas têm a ver, pois venho falar sobre (como diz o título) repetições. Essa
semana estava pensando enquanto ouvia uns podcasts cristãos, de como não só eu,
mas vários outros blogs têm falado sobre os mesmos temas.
Lembrei
na hora da música de um dos meus ícones de músico cristão, o João Alexandre, “É
Proibido Pensar”. Lá há um trecho que diz que são “meras repetições,
repetições...”. E então me coloquei num dilema: será que estamos todos falando
uma besteira comum? Estamos falando ao vento? Ou será que várias pessoas,
apesar de vários alertas ainda se iludem?
Mas
acho que uma provável resposta para essa indagação, está nas palavras de Jesus,
quando ele diz que nos últimos dias, surgiriam falsos profetas que enganariam a
muitos. Esses lobos em pele de cordeiro, muitas vezes usam da inocência e/ou da
fé de muitos para ter poder e dinheiro.
Apesar
de ver que esse quadro é real e que muitos realmente não terão como serem
resgatados dessas mentiras que nos são pregadas, só posso seguir me inspirando
em Paulo, confiante de que devo pregar o que as escrituras realmente dizem ou
nos indicam, pois fui liberto para servir a Deus.
Pensando
por essa ótica, digo que o que prego, não é apenas uma mera repetição. Assim
como tantos outros, prego, ou pelo menos busco, a palavra de Deus e as meras
repetições, estão naqueles que copiam outros, que falam o que está na moda, que
distorcem a palavra de Deus em seu benefício próprio. Eles que são quem apenas
repetem e repetem mentiras, pois a palavra verdadeira de Deus, sempre se
renova, assim como sua misericórdia e seu amor.
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