terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Os Dois Caminhos


                Acho que todo crente já ouviu muitos sermões sobre os dois caminhos e mesmo os que não são, devem conhecer muitas metáforas sobre essa fala de JC. Mas apesar disso, gostaria de comentar um pouco sobre isso. Semana passada estava em um parque aqui em Campinas city, o Taquaral, andando em uma trilha que nem lembrava que existia lá, bem no meio da “mata”. Cheguei num ponto que me levou a foto deste post.
                Quando vi essa cena, não tive outro pensamento diferente de tirar essa foto e refletir um pouco sobre esse tema. Aproveitei e fui passear pela trilha da direita, que é mais larga, tem uma escada natural formada pelas raízes, ou seja, um caminho mais “sussa”. Achei muito legal quando vi que esse caminho além de terminar na linha do bonde, que não tinha nada a ver com onde queria ir, era lotado de teias de aranhas. Aranhas de todos os tamanhos. Mas a maioria era bem “cabulosa”.
                Na vida é sempre assim mesmo não? Quantas vezes não pensamos em largar algo, ou buscar um caminho mais fácil e quando vemos, paramos onde não queremos. E muitas são as vezes que nessa caminhada acabamos nos ferindo pelo trajeto, sejam por “aranhões de galhos”, “aranhas” ou outras coisas nesse caminho que escolhemos.
                Geralmente eu quando busco sair do caminho é porque este está um tanto o quanto difícil. Busco às vezes uns atalhos mais fáceis, mas isso nunca vale a pena, pois no melhor dos casos, quando deixamos de ir por onde deveríamos, perdemos aprendizados, fortalecimentos, experiências, vivências, que geralmente doem e muito, mas que depois de superados e cicatrizados, fazem parte de nós e nos fazem mais fortes.
                Creio que Jesus usou essa metáfora porque nada que é fácil é tão bom. Afinal o que te dá mais prazer, ganhar ou conquistar por seu mérito algo? A conquista, o lutar por algo nos dá uma satisfação maior pela conquista. Apesar de no ramo de fé, nós não termos que fazer nada para merecermos a salvação, mas quando somos salvos, com certeza não conseguimos viver como antes. E a vida de cristão de verdade não é nem um pouco fácil, assim como a vida de Jesus não foi.
Ele, mesmo sendo Deus, precisou morrer na cruz para que o plano se cumprisse, apesar de poder escapar disso, foi até o fim. Nós como seus imitadores devemos seguir o caminho certo e buscando sempre se manter nele, até o fim.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Evanazista


                Sou um cara simplesmente apaixonado por livros, quadrinhos e livros de quadrinhos, chamados de álbuns por muitos. Durante cerca de uns 2 ou 3 anos estive “flertando” com um destes chamado Maus. Depois de todo esse tempo acabei comprando o digníssimo. Posso dizer com total certeza que valeu a pena cada tempo de expectativa, pois ele me surpreendeu. Mas nem tudo foi alegria, pois esse livro me fez pensar uma coisa: sou um “nazista”.
                Puxa vida! Que termo pesado eu usei não?! Mas foi assim mesmo que me senti durante a leitura. Só que o maior ponto da minha tristeza é que sinto isso por ser parte da igreja cristã evangélica brasileira. Uma igreja que prega melhorar o mundo, diz ser o povo eleito, proclama uma vida melhor, condena um povo. Características que faziam parte do discurso de Hitler, que queria purificar o mundo da raça dos judeus e provar a soberania do povo ariano.
                Usando a bíblia como pretexto, ou às vezes com uma intenção real de fazer o bem, saímos como nazistas pelo mundo. Mas como ouso falar isso não? Quando fazemos isso? A resposta pra mim é bem simples: saindo a noite da minha igreja, duas esquinas pra baixo é possível se encontrar garotos e garotas de programa nas esquinas. Quantas e quantas vezes não os julgamos inferiores, não merecedores da vida, que somos melhores, pois afinal somos escolhidos por Deus.
                No Maus há uma metáfora muito bem elaborada onde os alemães são representados por gatos e os judeus como ratos. Acho que aqui podemos usar a figura de um peixe pros cristãos e um verme para as “minorias” da sociedade. E trocamos a suástica por uma cruz romana. Acho que assim fica perfeito.
                Certa vez passaram o filme “Rent: Os Boêmios” na minha igreja. A reação da galera foi justamente o que estou dizendo. O filme tem como personagens principais pessoas tratadas como minorias: um casal gay, onde um deles é um travesti, um casal de lésbicas, uma striper, um cineasta azarado e um músico frustrado que não consegue terminar uma composição. Há também no filme outro personagem que era amigo destes, mas casou-se com a filha do dono do prédio onde eles moram, se tornando um traidor para eles, mas este não foi o foco da galera. O povo chiou muito e reclamou do filme por um motivo simples: é cheio de gays aidéticos e demora mais de duas horas pra morrer a primeira “bixa”.
                A revolta não era por ser um musical, pelo filme ser longo, mas por ter gays, pessoas com AIDS, boêmios etc. Mas penso assim: se a igreja não suporta a presença deles, como vai causar impacto no bairro, afinal em volta de nós é só gente assim que temos. Perto de toda igreja que conheço tem pelo menos uns dois bares onde estão pessoas morrendo por causa da bebida, se entregando ao jogo, em muitos se vendendo aos clientes entre tantas outras coisas.
                O triste é que muitas vezes além de deixa-los caminharem para a perdição, maltratamos este povo. Xingamos, desprezamos, humilhamos, desejamos mal entre tantas coisas. Mas quando olho para Jesus, vejo ações como as dos poloneses que construíam “bunkers” e escondiam judeus.
                Tudo bem que dizer que JC só escondia é uma heresia, afinal Ele está mais para os aliados que livraram os judeus do martírio, mas a nós, servos dele, cabe isso. Cuidemos dessas pessoas, pois no devido tempo, elas serão libertas pelo grande libertador que é Cristo. Espero que a começar em mim, essa realidade tão triste da igreja possa acabar e que ao nos apresentarmos como cristãos, as pessoas possam ter brilho nos olhos por ver em nós uma porta para O caminho e para a liberdade.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Podcast

       Em breve teremos as quintas um podcast que está sendo preparado com muito carinho e trabalho. Espero que vocês gostem muito dele e que ele possa ajudar a caminhada de todos que acompanham esse blog.
      Aproveitando a deixa, gostaria de pedir sugestões de temas para as pautas do programa. De preferência temas que devem ser falados e que são omitidos em nossas igrejas.
      Que Deus abençoe a todos!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Eevee, eu escolho você!


                Desde criança adoro desenhos. Alguns dos meus favoritos são os animes. Uma das séries que mais assisti (e joguei) é Pokémon. Aí você pensa: tá e o que isso tem a ver com  a proposta do blog? Bom, já ficará claro. Puxando um pouco do texto anterior, paro e penso num ponto bem simples: quando pecamos, surge um sentimento em nós. Mas que sentimento é esse? E o que fazemos com ele?
                Gosto de pensar que o sentimento ou sensação humana referente a um erro seja o remorso. É a nossa ciência do erro. Mas depois que isso surge ocorre a ação de um ser externo.  O Espírito Santo ou o “didi”.  É meio estúpida a minha analogia, mas isso me lembra do Eevee. Ele era um pokémon básico que evoluía uma vez, mas podia evoluir para três diferentes pokemons: Vaporeon, Jolteon e Flareon através da ação de pedras dos elementos.
                Acontece algo semelhante com nosso sentimento. Lá está ele no nosso coração e então vem a ação externa e pronto, ele evolui. Mas pra onde? Se o Espirito age nele, o remorso se torna arrependimento e com ele, buscamos a Deus e a correção de nosso erro; mas de a ação for do “didi”, o remorso vira culpa e aí meu amigo, estamos acabados, pois quando a culpa nos domina buscamos apenas nos autoflagelar, nos escondermos dos outros, a ter vergonha de estar diante de Deus etc.
                A grande diferença entre a culpa e o arrependimento é um só: o arrependimento nos leva a Deus, já a culpa nos afasta Dele e em consequência dos outros também. Portanto, ao errar, busque o arrependimento e o perdão de Deus sempre.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Capturas

Agora às segundas sempre teremos publicação de alguma imagem. E para começar teremos o JV2012, culto da fogueira.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Dois Pontos: A Pancada


                Tendo com base a história citada no outro texto, parei e pensei comigo outro ponto estranho dessa vida de acampamentos, retiros etc. Quantas não são as vezes que logo após nossa chegada, nos pegamos fazendo besteira? Não sei quanto a vocês, mas comigo parece até que é de propósito, chego num momento lindo com Deus e parece que fecharam uma porta na minha cara, porque peco. Às vezes fico com a impressão de que não valeu de nada tudo que vivi, aprendi, experimentei nos momentos de comunhão que tive.
                Mas paro e vejo os discípulos, eles tiveram talvez a maior experiência possível com Jesus, não só naquele monte, mas no dia a dia e parece que não mudavam. A cada pagina que viramos dos evangelhos vemos JC repetindo a mesma lição a eles sobre o reino, falando a mesma coisa sobre seu destino, mostrando o mesmo amor e eles continuando com a cabeça e o coração de pedra. Eu quando criança pensava assim: como esses caras são cabeçudos!!! Não se tocaram ainda?!
                Só que hoje eu cresci. E tem uma coisa que mudou no meu discurso. Hoje o que digo é o seguinte: como esses caras são cabeçudos!!! Não se tocaram ainda?! E pior sou eu, que mesmo tendo esse exemplo no papel faço igual!!!
                Em um lugar como o monte da transfiguração, ou num acampamento, ou um retiro ou o que for, nós abrimos nossos olhos, ouvidos, dedicamos nosso tempo, nos desligamos do mundo externo, então, chegamos em casa e pronto, tudo o que deixamos pra trás cai como uma avalanche sobre nós. Vendo que não conseguimos suportar, muitas vezes nos desanimamos e ficamos frustrados. Aí que mora o problema.
                Nós somos humanos e como tal, temos uma natureza pecaminosa. Por mais que você busque não errar, uma hora você irá fazê-lo. Não se frustre ou se culpe por causa disso, pois com isso, você abre espaço para a ação do inimigo. Arrependa-se, pois isso sim é bom e te traz para perto de Deus. Entenda que um extasse de fé e comunhão não fará você um “santo”, mas deixe Deus transformar você aos poucos e no tempo Dele.
Terminando volto aos discípulos. Eles durante todo o tempo que andaram com Jesus parece que não aprenderam e nem mudaram nada, mas quando descer do monte, não se sinta mal pela pancada do pecado, mas siga firme junto ao Pai.

Dois Pontos: Descer do Morro


                Depois de passar quase um mês em um acampamento, algo me bate forte no peito: um grande desejo de não estar aqui, no mundo real. É triste quando penso em como estava lá e que agora estou aqui novamente.
                Esse sentimento me lembra de um episódio narrado na bíblia, situado em x, essa é a narrativa da transfiguração de Jesus. Sinto como se a temporada tivesse sido esse momento na minha vida. Estava lá, junto ao mestre, em comunhão com santos, deslumbrando a glória. Entendo perfeitamente o que eles queriam dizer com a sua ideia de armar tendas e ficarem lá pelo resto de suas vidas.  Sem dúvida estar assim com o Pai, num lugar onde separamos para isso é fantástico.
                Mas JC lança “uma real” monstruosa pros seus discípulos e digo que para mim também quando diz um não. Estar com Deus e com os “irmão” é maravilhoso, mas não foi pra isso que fomos criados. Jesus não morreu naquela cruz para fundarmos uma “vila-do-Chaves”, onde todos vivem juntos, isolados do mundo enquanto a promiscuidade e o pecado germinam e se espalham nos corações do ser humano.
                Ainda não consegui voltar totalmente para o mundo, para minha rotina, para a igreja local, mas sei que é preciso, pois é aqui que Deus me pôs agora para servir; lá sou usado e necessário, mas é uma parte apenas da obra, afinal acontece a cada seis meses apenas.
                Descer do monte é frustrante, triste, desanimador, sem dúvida nenhuma, afinal, estávamos num “nirvana” da fé, tranquilos e vamos parar no meio de uma guerra. Mas por mais triste que seja, é na guerra que devemos estar. Deus nos chamou para agir. Tem um texto onde JC fala que não quer que o Pai nos tire do mundo, mas que nos livre do mal. Acho que isso já diz tudo não?
                Bom, está sendo complicado voltar ao mundo, mas por pior que seja, abandone a zona de conforto, saia da inercia de um acampamento e vamos para a obra, assim como Jesus que desceu do monte para ir parar na cruz.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Sorvete na Geladeira


Agora a pouco tive uma experiência meio cômica, pelo menos para mim. Fui pegar uma água pro meu pai a geladeira e reparo num pote estranho lá dentro. Olhei melhor para o pote e percebi seu conteúdo: sorvete. Na hora achei hilário. Quem foi o “gênio” que fez essa proeza de por o sorvete lá?
                Mas parei e pensei um pouco mais sobre isso. Porque razão o sorvete estava na geladeira? Não um erro tão grosseiro como deixa-lo em cima da pia, mas ele não estava no lugar certo mesmo assim. Quantas vezes isso não acontece conosco? Colocamos os sorvetes nos lugares gelados, mas não no freezer.
                Isso acontece principalmente no que diz respeito a Deus. Ele ocupa um lugar na nossa vida, mas às vezes como um amuleto, como só um amigo imaginário, como uma esperança. Mas é difícil deixa-Lo assumir o lugar de Senhor e Soberano nela. Dizemos que Ele reina em  nós, mas na hora de deixarmos que Ele tome a frente, não confiamos e agimos por conta própria. Mas às vezes também colocamos verduras no freezer não? Quando o trabalho está acima da família, as coisas antes das pessoas, a religião no lugar do amor.
                Uma coisa aprendi com a vida: arrumar as coisas é fácil, difícil é mantê-las em ordem. Isso não só no que diz respeito a lugares e objetos, mas a valores, ideias, prioridades etc. Ainda mais quando buscamos fazer essas coisas por nós mesmos. Tem um programa que passa na TV fechada que é de uma mulher que vai às casas de pessoas que pedem ajuda. Lá ela arruma os cômodos que os participantes não conseguem e dá dicas de como mantê-los assim e para o espectador poder arrumar o seu.
                Não busque viver sozinho tentando fazer as coisas por si. Há pessoas para ajuda-lo, mas nunca se esqueça do principal que é deixar Deus ocupar o centro de sua vida, onde é seu lugar, pois com Ele no comando é muito mais fácil agir da maneira certa e por as coisas em seu devido lugar.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

JV novamente


                Durante a temporada de verão JV 2012 tive várias ideias de textos para postar. Muitos momentos do tipo: cadê meu note? Mas muitos deles se perderam devido a ter que ir para outra atividade e perder o feeling do momento, já outros, acabei travando na primeira linha.
                Mas este aqui não deu pra deixar passar, pois foi uma experiência forte demais pra ignorar. Mesmo que perca todo o momento de cânticos e o começo da pregação. Mesmo que precise virar a noite escrevendo, vou fazê-lo.
                Durante a maior parte da minha vida cresci em igreja, sentindo-me o tal e coisas do gênero, pois sempre levava a bíblia, era dos que mais sabiam nas aulas da EBD (escola bíblica dominical), não falava palavrão entre outras coisas. Achava que minhas atitudes “certinhas” me faziam destacar do “resto” das crianças. E cresci me enganando ao achar que sendo assim estava sendo um cristão genuíno. Já que esse blog acabou tendo como foco um público cristão, posso dizer que era um filho mais velho da parábola do filho pródigo. Mas o pior é que era tão cegado pela minha religiosidade que tinha até raiva do filho mais velho, por acha-lo um tolo.
                Na adolescência as coisas não mudaram muito, apesar de eu entender mais sobre o que é a fé, pois a religiosidade continuava a me macular. Julgava de uma maneira severa os meus amigos, achava que era o exemplar, o verdadeiro crente. Mas chegando ao período de 15-18 anos, tive aquela que classifico como pior fase da minha vida cristã, porque me desviei de Deus sem me segregar da Igreja.
                Neste período da vida, passei de uma fase de busca por visões distintas do que é fé, Deus e amor, para um período de fé morna, vazio espiritual, falta de vida devocional, falta de amor ao próximo, isolamento pessoal entre tantas outras coisas nocivas. Essa fase deixou marcas que até hoje tento curar e que talvez algumas nunca cicatrizem.
                Estou no período da juventude e posso dizer que esse período tem sido a minha busca pelo avivamento da minha fé e do meu amor para com Deus. Mas apesar desse resumo sobre minha vida, esse não é o foco do texto. Mas é algo que tem acontecido comigo aqui na temporada. Agradeço muito a Deus por Ele ter posto o JV na minha vida, pois esse lugar é um lugar onde tenho, a cada temporada que passo, aprendido mais sobre o Pai e sido trabalhado pelo mesmo. Mas nessa temporada em especial, a benção do Senhor tem um nome, que é Chorão.
                Talvez você ao ter lido o final do parágrafo acima possa ter achado isso meio estranho, mas antes que pense besteira, deixo claro que esse cara é um amigo que Deus colocou no meu caminho pra me ensinar. Posso dizer que não é pra mim o cara que me passa um modelo de ideologia perfeita, pois nossas ideias em vários pontos são “beeeem” divergentes. Só que tem uma coisa nesse rapaz que me fascina e me chama muito a atenção (sem ser gay, antes que você pense nisso): o amor desse cara por Deus e por sua palavra.
                No primeiro dia da temporada, estava eu conversando com meus acampantes sobre alguns assuntos, quando ele chegou ao quarto. Pedi que nos desse sua opinião e sem hesitar, chorão mesmo fugindo do tema em que estávamos a dialogar, deu um testemunho que pela primeira vez na vida me fez agradecer a Deus por ter nascido num lar cristão; que me abriu os olhos para como julgava coisas vãs nas pessoas sem nem conhece-las; como a palavra de Deus é realmente viva; como o pai resgata e transforma os seus escolhidos.
                Ainda hoje pela manhã, teríamos o minigrupo, que já tinha sido um momento muito bacana nos dois dias anteriores, sendo que ontem juntamos nossos quartos e foi muito produtivo. Mas hoje ele pediu a palavra e acabou com a proposta original e começou a mostrar tantas coisas que passavam despercebidas ou que nós às vezes até percebíamos, mas que nos calávamos para elas. Então tivemos um clamor por nossas vidas, pelo JV, pelos nossos líderes, pelos nossos colegas etc.
                Na hora, após acabar o momento, enquanto os outros se abraçavam, fiquei sentado na minha cama pensando que eu não era um cristão de verdade, mas hoje agora a pouco cheguei a um termo que acho que soou melhor para mim. Pelo conceito que existe de cristão, eu o sou, mas não tenho tanta certeza se sou um discípulo de Cristo. Talvez esse seja o grande de nossas igrejas. Temos muitos que confessam Cristo, mas pouquíssimos que o vivem. Peço a Deus que Ele me faça realmente um discípulo pleno d’Ele e que muitos outros sejam levantados para glória do Pai.
                Esse texto foi escrito na temporada apesar de estar sendo postado só agora, por isso tem datas tão irreais para a publicação.